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06 julho 2014

Sessão Pipoca: A culpa é das Estrelas

 Olá novamente (segundo dia, yayy)! Bom, antes de começar eu quero pedir desculpas pela qualidade das fotos... Foram tiradas pelo iPhone pois ambas as vezes eu tive que sair da cidade (na minha não tem cinema) e não quis correr o risco de levar a câmera.



  Mas entãaao, eu vi A Culpa é Das Estrelas (ACEDE ou TFIOS) no cinema duas vezes. A primeira foi na estréia, dia 05/06 em Rio das Ostras e a outra foi um pouco depois, dia 22/06 em Niterói. Já vou relevar: chorei em ambas as vezes. 


  Estréia de filme é uma doideira, né? Eu mal consegui ouvir o começo e as partes mais "ihuuu" pois assisti dublado na primeira vez. Eu estava com muita expectativa em cima desse filme e a Shailene Woodley (que interpreta Hazel Grace Lancaster) e o Ansel Elgort (que interpreta Augustus Waters) não me decepcionaram! Deixando de lado as poucas partes diferentes do livro (li faz pouco mais de 1 ano e 6 meses), eu senti como se estivesse relendo.

  Na primeira vez fui com três amigas e foi excepcional. A platéia vibrou bastante e eu chorei rios, talvez até mares! 



  Na segunda vez eu vi legendado e fui com minha prima Andressa. Chorei rios - de novo - e nem uma lágrima sequer escorreu pelos olhos dela. "O que você achou do filme, Andressa?" "Ah, legal, muito legal". Fiquei muito decepcionada com esse diálogo, juro!




  Sinopse do filme: Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.

  Bom, este filme foi bom de um modo excepcional! Tudo foi muito bem feito, os atores (todos) atuaram super bem. Eu me derretia toda quando as frases mais perfeitas do livro ecoaram na sala do cinema. O filme foi muito fiel ao livro, como eu já disse anteriormente. A única coisa que senti falta foi o elogio fúnebre do Isaac, que é uma das minhas partes favoritas do livro e foi praticamente toda cortada. O John Green estava presente nas gravações e talvez isso tenha feito com que tudo ficasse - apesar de algumas cenas faltando - perfeito para nós leitoras. 

  O câncer também foi tratado com seriedade no filme e em nenhum momento houve ilusão de que era fácil para eles. Chorei muito! Chorei tanto que foi vergonhoso tirar foto depois de assistir o filme.
  Adorei também o jeito que exibiram as mensagens e e-mails no filme. Achei super legal e foi uma surpresa agradável. 




  As cenas de Hazel e Augustus, principalmente as últimas, foram de partir o coração. Eu conseguia sentir aquele amor, entende? Mesmo sabendo que é apenas uma história fictícia. Fiquei com vontade de viver um amor de verdade (por mais que eu esteja com um sério problema em acreditar nisso). Preparem seus lenços (ou não, se você for como a minha prima) e, mesmo se não tiver lido o livro, assista! É maravilhoso, é mágico. Faz você se sentir dentro da cena, e não da sala de cinema. 

  Só achei que eles deveriam ter investido mais para a pessoa não sair do cinema sem saber porquê a culpa é, afinal, das estrelas. Enfim, por que o livro se chama A Culpa é das Estrelas? O autor faz um trocadilho com a frase de William Shakespeare, presente em seu livro Julio César. Houve uma entrevista em John explica melhor: “Bem, na frase de Shakespeare, ‘estrelas’ significam ‘destino’. No texto original, o nobre romano Cássio diz a Bruto: ‘A culpa, meu caro Bruto, não é de nossas estrelas / Mas de nós mesmos, que consentimos em ser inferiores.’ Ou seja, não há nada de errado com o destino; o problema somos nós." Bem, isso é válido quando estamos falando de Bruto e de Cássio. Mas não quando estamos falando de outras pessoas. Muitas delas sofrem desnecessariamente, não porque fizeram algo de errado nem porque são más, mas porque dão azar. Na minha opinião a culpa não é de ninguém e por não haver quem culpar, culpamos as estrelas (ou, traduzindo, o destino).





"Alguns infinitos são maiores que outros."
  ACEDE é, com certeza, o meu filme favorito. Só me fez gostar mais ainda do livro! Xoxo


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